domingo, 10 de julho de 2016

INFORMAÇÕES SOBRE O VESTIBULAR UFPR


A Universidade Federal do Paraná por seu Núcleo de Concursos torna públicas as datas de realização do Processo Seletivo 2016/2017, em conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 03-A/16- CEPE, de 29 de abril de 2016, que assim dispõe:

OUTUBRO DIA EVENTO 23 Realização da 1ª fase – Prova Objetiva de Conhecimentos.

NOVEMBRO DIA EVENTO 27 e 28 Realização da 2ª fase – Prova de Compreensão e Produção de Textos; Provas Específicas para os cursos que houver; Provas de Habilidades Específicas para os cursos que houver.


O Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (UFPR) publicou a lista de obras literárias indicadas para as provas de Literatura, Sociologia e Filosofia para o Vestibular 2016/2017. Segundo a universidade, ainda não há data definida para a realização do processo seletivo.
No último vestibular realizado pela UFPR foi registrado recorde de inscritos: foram quase 60 mil candidatos que concorreram para uma das 4.765 vagas oferecidas.

Orientações

A universidade informa que nas questões de Filosofia o objetivo não é avaliar os conhecimentos cumulativos e textuais da história da filosofia, mas a “capacidade de compreender e discutir textos filosóficos no contexto dos debates clássicos da área”.

Para a prova de Literatura Brasileira, o conhecimento dos livros, segundo a UFPR, supõe capacidade de análise e interpretação de textos e também o reconhecimento dos diferentes gêneros e modalidades literárias. Para as questões discursivas de Sociologia, a universidade ressalta a importância da leitura de revistas, jornais e blogs informativos.
Algumas das obras indicadas estão em domínio público. A universidade informa que há edições digitais acessíveis on-line.

Confira a lista:

Literatura
- A Última Quimera, de Ana Miranda
- Clara dos Anjos, de Lima Barreto
- Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade
- Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri
- Fogo Morto, de José Lins do Rego
- Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar
- Os Dois ou o Inglês Maquinista, de Luís Carlos Martins Pena
- Sermão de Santo Antônio [aos peixes], de Antônio Vieira
- Últimos Cantos, de Gonçalves Dias
- Várias Histórias, de Machado de Assis
Sociologia
- Pensando com a sociologia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009, de João Marcelo Ehlert Maia e Luis Fernando Almeida Pereira.
- Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2012, de Anthony Giddens e Phillipe W. Sutton .
- Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 2008, de Roque de Barros Laraia.
- O que é Sociologia? São Paulo: Brasiliense, 2011. (Coleção Primeiros Passos), de Carlos Benedito Martins.
- Os clássicos da política. São Paulo: Ática, 2006. volumes 1 e 2, de Francisco Weffort.
-Recomenda-se ainda a leitura de revistas, jornais e blogs informativos.
Filosofia
- Fé e saber. Editora Unesp: São Paulo, 2013, pp. 1-26, de Jürgen Habermas.
- “Da liberdade e necessidade”. Uma investigação sobre o entendimento humano, seção 8. In: Antologia de textos filosóficos. Secretaria de Estado da Educação do Paraná, 2009, de David Hume.
- “Resposta à questão: o que é esclarecimento?”. In: Antologia de textos filosóficos. Secretaria de Estado da Educação do Paraná, 2009, p. 406-415, de Immanuel Kant.



Notas de corte do ano de 2015/2016:

http://www.nc.ufpr.br/concursos_institucionais/ufpr/ps2016/candvaga_curso.htm


Dicas de exercícios e redações.

O canal UOL EDUCAÇÃO tem várias dicas para estudar para o vestibular e o ENEM.
Separei algumas páginas desse canal para ajudar aqueles que vão prestar provas no final do ano.

http://educacao.uol.com.br/bancoderedacoes

http://exercicios.brasilescola.uol.com.br/

http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/10-temas-enem-para-estudar-nas-ferias/335655.html

http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/

BOA SORTE GALERA!!!!!

COMO UTILIZAR AS NOTAS ENEM


Interessados no ProUni precisam de média de 450 pontos nas provas do EnemPor Adriano Lesme
O Ministério da Educação vinculou a garantia às bolsas integrais ou parciais do ProUni ao bom desempenho no Enem. Assim, ao mesmo tempo em que o número de participantes no Exame aumentou as notas também tiveram uma melhora significativa. Portanto, só pode participar do ProUni o estudante que tiver feito a prova do Enem do ano anterior, e tiver obtido nota mínima de 450 pontos (média entre a nota da prova objetiva e a nota da redação). Mas esse é apenas um dos pré-requisitos para conseguir uma bolsa.
Critérios
É preciso que o estudante satisfaça uma das seguintes condições:
• ter cursado o ensino médio completo em escola pública, ou
• ter cursado o ensino médio completo em escola privada com bolsa integral, ou
• ter cursado todo o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição, ou
• ser portador de deficiência, ou
• ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição e concorrendo a vagas em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada.
Renda
Com exceção dos professores, os demais candidatos às bolsas do ProUni precisam comprovar renda: 
Bolsa integral: ter renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio
Bolsa parcial: ter renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos
Oportunidade
O candidato à bolsa fica dispensado do vestibular da instituição em que pretende estudar, e fará uma prova específica sem a cobrança de taxas somente se a faculdade desejar. Portanto, se você tem dúvidas quanto à sua capacidade, o Enem pode ser uma boa oportunidade de exercitá-la. Assim, você pratica seus conhecimentos e ainda tem chance de conseguir uma bolsa pelo ProUni ou um acréscimo na sua pontuação em alguns dos melhores vestibulares.

Veja como as universidades utilizam a nota do Enem nos vestibulares

Mais informações

ProUni: Informações sobre datas de inscrição no programa, critérios de seleção, cursos e instituições participantes, entre outras, pelo telefone: 0800 616161 ou acesse nossa página sobre o ProUni.

FIES

BOLSAS DE ESTUDO

Estudantes que participaram o Enem podem financiar seu curso superior com juros de 6,5% ao anoPor Adriano Lesme
Cronograma FIES 2016/2
Inscrições: 14 a 17 de junho -Saiba mais.
Resultado: 20 de junho
Vagas remanescentes: agosto
O Programa de Financiamento Estudantil (FIES), operacionalizado pela Caixa Econômica Federal, é destinado a financiar a juros baixo a graduação de estudantes matriculados em instituições particulares que não tenham condições de bancar os estudos. 
Em julho de 2015 uma regra determinou que o financiamento só pode ser solicitado por quem não concluiu curso superior e comprove renda familiar mensal bruta per capita de até dois e meio salários mínimos. Anteriormente, podiam solicitar o benefício os estudantes com renda familiar bruta de até 20 salários mínimos.
A taxa de juros também sofreu alterações desde a criação do programa. Inicialmente, até outubro de 2006, era de 9% ao ano. Depois, até agosto de 2009, passou a ficar entre 3,5% e 6,5%. De março de 2010 a julho de 2015 os juros foram de de 3,4%. Atualmente, os juros são de 6,5% ao ano
Por outro lado, desde o segundo semestre de 2015, as instituições participantes são obrigadas a oferecer um desconto de, no mínimo, 5% sobre a mensalidade para os estudantes com contrato do Fies.
Enem
Desde o dia 29 de julho de 2011, só podem solicitar o financiamento aqueles que também participaram do último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Três anos depois, uma Portaria determinou a exigência de média mínima de 450 pontos nas provas do Exame, considerando as cinco provas, sem ter zerado a redação.
A partir de 2016 o Enem será exigido para todos os interessados em participar do Fies. Anteriormente, o exame não era exigido para professores efetivos da rede pública de educação básica, regularmente matriculados em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia, e para estudantes que terminaram o ensino médio antes de 2010.
Vagas para financiamento
A universidade pretendida deve ser cadastrada no programa e ter avaliação positiva frente ao Ministério da Educação (MEC). É considerado conceito positivo aqueles cursos que obtiveram nota maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 
Cursos com conceito 5 poderão ofertar pelo Fies até 50% do número de vagas autorizadas. Para cursos com conceito 4 e 3, podem ser oferecidas até 40% e 30% das oportunidades, respectivamente. Já os cursos recém-autorizados podem separar até 25% das vagas ao Fies. A concessão do financiamento obedece a uma ordem de prioridade:
  • Bolsistas parciais de 50% do Programa Universidade para Todos (ProUni);
  • Estudantes beneficiários de bolsas complementares matriculados em cursos considerados prioritários;
  • Estudantes beneficiários de bolsas complementares matriculados nos demais cursos;
  • Estudantes matriculados em instituições de educação superior que tenham aderido ao ProUni;
  • Demais estudantes matriculados em Instituições de Ensino Superior que não tenham aderido ao ProUni.
Desde o segundo semestre de 2016, o Fies concede prioridade aos cursos com conceito cinco das áreas de saúde, engenharia e licenciatura, Pedagogia e Normal Superior,
A partir de 2016, os cursos das microregiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) também terão prioridade no Fies.
ATENÇÃO: não é concedido financiamento pelo FIES a cursos superiores ministrados na modalidade de ensino a distância.
Inscrição
Para efetuar a inscrição, o estudante deve acessar este site, informando seu número do CPF e demais informações solicitadas pelo sistema. Antes de se inscrever, recomenda-se simular a evolução do financiamento para verificar o valor do saldo devedor e das prestações que serão cobradas.
Depois de ter feito a inscrição, o aluno deverá validar seus dados na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) em até dez dias e comparecer a um agente financeiro do Fies em até 20 dias com adocumentação exigida e, uma vez aprovada pelo agente financeiro, formalizar a contratação do financiamento.
Anteriormente, o estudante podia requerer o financiamento em qualquer época do ano, inclusive antes da matrícula na instituição de ensino superior. Agora, os solicitantes deverão seguir o cronograma determinado, semestralmente ou anualmente, pelo Ministério da Educação para renovar e firmar novos contratos. 
Desde dezembro de 2011, a taxa de matrícula da faculdade não precisa mais ser paga pelo estudante, os custos passam a ser incluídos no financiamento. Para os estudantes que fizerem o pedido durante o semestre, e que já tiverem pago alguma mensalidade, a instituição de ensino deverá ressarcir o valor referente às parcelas da semestralidade já pagas. 
É preciso escolher um entre os dois tipos de fiadores disponíveis:
  • Fiança convencional: prestada por até dois fiadores cuja renda seja igual ao dobro do valor da mensalidade paga pelo estudante, considerados os descontos de pontualidade e de caráter coletivo oferecidos pela IES.
  • Fiança solidária: Grupo de fiadores constituído na mesma agência do agente financeiro escolhido, reunidos em grupo de 3 a 5 participantes não sendo exigida a comprovação de rendimentos. Os alunos deverão, obrigatoriamente, ser da mesma IES e do mesmo local de oferta do curso. Eles não poderão ser do mesmo grupo familiar e ficarão restritos a oferecer essa modalidade a apenas um grupo.
Classificação
Atualmente, os estudantes são classificados na ordem decrescente de acordo com as notas do Enem. O desempenho obtido no Exame também é utilizado como critério para desempates. Desta forma, têm prioridade os candidatos com maior nota nas provas de redação; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias, respectivamente. 
Já os estudantes dispensados da comprovação de participação no Enem serão classificados através de uma fórmula, que considera o índice de classificação, a renda familiar mensal bruta, se ele cursou ou não o ensino médio completo em escola da rede pública, raça/cor/deficiência, se é ou não professor integrante do quadro de pessoal permanente da rede pública de ensino, em efetivo exercício do magistério da educação básica e, por fim, seu grupo familiar.
Neste caso, os candidatos que tenham cursado o ensino médio completo em escola da rede pública serão atendidos primeiro, seguido pelos autodeclarados preto, pardo ou indígena ou que sejam pessoas com deficiência; professores e com menor renda familiar mensal bruta per capita. 
Fgeduc
Em março de 2014 o contrato do Fies passou a ser casado com o Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc), o que antes era opcional, facilitando a contratação do financiamento. Dessa maneira, a necessidade de fiador é dispensada nos seguintes casos:
  • Estudante matriculado em cursos de licenciatura;
  • Estudante com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio;
  • Bolsista parcial do ProUni que opte por inscrição no FIES no mesmo curso em que é beneficiário da bolsa.
O Fgeduc cobre a partir de 80% dos contratos não cumpridos. Para isso, a instituição paga uma taxa de 5,63% sobre o total do financiamento mensalmente, ou 6,25% da parcela das operações de financiamento. Sem o fundo, caso o estudante ficasse inadimplente, a universidade pagava 15% do valor.
ProUni
mesma portaria que estabeleceu média mínima no Enem para solicitação do Fies também definiu regras para uso simultâneo do fundo com o ProUni. Os estudantes só podem participar do Fies e do ProUni se a bolsa for parcial e os programas forem usados no mesmo curso e instituição. Mesmo preenchendo essa condição, o estudante terá um dos benefícios cancelados se a soma do percentual da bolsa e do financiamento resultar em valor superior ao encargo educacional com desconto.
Transferência
Em dezembro de 2011 foi publicada uma portaria normativa que estabeleceu a possibilidade de mudança de curso ou instituição. Os estudantes que solicitaram o financiamento a partir de 14 de janeiro de 2010 podem, se desejarem, solicitar transferência. Eles podem mudar de curso uma única vez dentro da mesma instituição, desde que não tenha cursado mais de 18 meses, considerando também as férias.
Já a transferência de faculdade, será possível uma vez por semestre e deve ser para o mesmo curso. O desligamento do estudante de um curso ou de uma instituição para se matricular a outra deve ocorrer em junho ou dezembro do semestre cursado ou suspenso. Nesse caso, a alteração de curso é permitida apenas dentro de uma mesma universidade.
No entanto, antes de efetuar a mudança de instituição é preciso verificar se a nova faculdade tem adesão vigente e regular ao Fies e ao Fgeduc e se o curso de destino tem avaliação positiva do MEC. Os estudantes que solicitaram o financiamento antes de 14 de janeiro de 2010 só podem mudar de curso ou instituição se apresentar um pedido à agência da Caixa Econômica Federal que concedeu o financiamento.
Dados
Desde a criação do Programa, em 1999, já são aproximadamente 2,8 milhão de estudantes beneficiados, com uma aplicação de recursos de R$ 30 bilhões entre contratações e renovações semestrais dos financiamentos. Atualmente, mais de 1,6 mil instituições estão credenciadas no Fies.
Em 2010, foram firmados 76,2 mil contratos. Em 2011, o número saltou para 154,3 mil. Em 2012 foram 377,8 mil e, em 2013, foram registrados 560 mil contratos. Em 2014 foram 731,3 mil contratos, um recorde, mas em 2015 o número caiu para 252,4 mil devido às mudanças nas regras e corte da verba na Educação. Para o segundo semestre de 2015 foram anunciadas 65 mil vagas para o Fies, o que deve fazer o balanço de 2015 chegar a 317 mil novos contratos.
Entre 2010 e 2014, os cursos com maior número de contratos foram Engenharia, Direito, Administração, Enfermagem e Pedagogia. A maioria dos financiamentos foi concedida para estudantes em São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro.
Se você ainda tem dúvidas sobre o Fies, acesse o nosso FAQ.

TESTE VOCACIONAL

Para ajudar aqueles que pretendem fazer vestibular e usar as notas do SISU, seguem algumas sugestões de testes vocacionais para ajudar aqueles que ainda estão em dúvida sobre qual curso seguir.

Teste Vocacional





segunda-feira, 4 de julho de 2016

Tutoriais de armas de swordplay para os primeiros anos



Armadura de papelão 
http://pt.m.wikihow.com/Fazer-Armadura-de-Papelão

lifecosplay.wordpress.com/tag/como-fazer-uma-armadura-de-papelao/
#12 Como fazer moldes
https://youtu.be/WUfVFEXZGkg
https://youtu.be/gE5hL3tC8x0
Armas
http://www.swordplay.com.br/seguranca-e-materiais/

http://ordemdoaconegro.blogspot.com.br/p/armas.html?m=1
http://espadadeespuma.blogspot.com.br/2011/07/como-fazer-uma-arma-de-espuma-parte-1.html?m=1
http://nerdices.com.br/42/2013/08/09/como-fazer-uma-espada-de-espuma/

domingo, 19 de junho de 2016

SEMANA DE PROVAS RONDON


SEGUNDA 27/06 3ºA
QUARTA 29/ 06  1ºB  e 2ºA
QUINTA 30/06 3ºB e 1ºC
SEXTA 01/07 2ºB e 1ºA

PRIMEIRA AULA REVISÃO,SEGUNDA AULA PROVA PARA TODAS AS TURMAS!!!
PROVA COM CONSULTA, UTILIZAR UMA FOLHA DE CADERNO

CONTEÚDOS PARA PROVA:

1ºs: Silogismos e a República de Platão.
Material de apoio:


2ºs: Filosofia Medieval  (Thomas de Aquino e Agostinho) e Maquiavél.
Material de apoio:


3ºs: Filosofia da Ciência.
Material de apoio:



2ºS: De Agostinho a Maquiavel












1ºs: Conteúdo sobre Platão









Café Cientifico e Filosófico Steampunk






O que dizer sobre a palestra do General Russo, ou seja, o nosso querido profº André Felipe Wielgosz Leite, que novamente foi magnifico ao expor o contexto histórico do Período Vitoriano e a Primeira fase da Revolução Industrial aos alunos dos segundos e terceiros anos.

Os alunos, a partir da viagem no tempo, proposta pelo Professor André, palestrante convidado pelo Colégio Estadual Marechal Cândido Rondon e pelo PIBID FILOSOFIA 3 UFPR. A importância do contexto histórico e filosófico foi de compreender como a releitura deste período pelo Steampunk ainda faz parte do nosso cotidiano.

Obrigada ao profº André por ter nos dado o vislumbre de uma história passada que faz referência no nosso cotidiano. Obrigada a todxs xs membrxs dx Colégio Marechal Cândido Rondon por permitir esta atividade de extensão, como também aos menbrxs do PIBID FILOSOFIA 3 UFPR, que possibilitaram este novo formato de aula.

Maiores informações sobre o Steampunk no Paraná:
https://www.facebook.com/groups/146818038739904/?fref=ts

Agradecida de coração  foi uma manhã maravilhosa 
Profª Mestra Priscilla Sisto Dalmarco
Supervisora do Subprojeto PIBID FILOSOFIA 3 UFPR
( no dia, Madame Pom Pom Newton)

terça-feira, 7 de junho de 2016

1ºs: QUADRINHOS SILOGISTICOS

A partir da aula teórica sobre a silogismos, você e sua turma tiveram como trabalho montar quadrinhos em sala de aula. Será que conseguimos fazer isso utilizando sites próprios para fazer quadrinhos?

Aqui vão alguns sites para que vocês possam fazer a atividade, salvar e depois enviar na nossa sala de aula virtual do EDMODO.COM

Bom trabalho a todxs!!!!


Quadrinhos:
http://www.pixton.com/br/

www.stripgenerator.com

http://superherosquad.marvel.com/create_your_own_comic

www.pikistrips.com

www.makebeliefscomix.com/Comix

terça-feira, 31 de maio de 2016

2ºS: links importantes *****

Queridxs alunxs: segue o link para dowload dos materiais que serão utilizados nesse bimestre.





Não ao desmonte do PIBID! Assinem a petição!!!!

Acessem o link:

https://secure.avaaz.org/po/petition/CARLOS_AFONSO_NOBRE_Presidente_da_CAPES_email_carlosnobremctgovbr_Revoguem_a_portaria_No_46_DE_11_DE_ABRIL_DE_2016_que_p/?pv=23&fb_action_ids=1134172989937856&fb_action_types=avaaz-org%3Aparticipate



Revoguem a portaria Nº 46, DE 11 DE ABRIL DE 2016 que prejudica o PIBID-------------CARTA DO FORPIBID CONTRA A OPRESSÃO E PELA CORAGEM DE FORMAR PROFESSORES-----------------Brasília, 27 de abril de 2016.----------------Historicamente, a formação de professores para a Educação Básica é campo de conflitos de interesses. Nesse âmbito, os profissionais da educação comprometidos com o fortalecimento do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência PIBID e PIBID Diversidade têm marcado posição em defesa do consistente trabalho realizado pela parceria entre as IES e escolas públicas. Integrante desse movimento, o FORPIBID vem a público manifestar surpresa e indignação frente à Portaria nº 046/2016 da CAPES, publicada no D.O.U de 15 de abril de 2016, a qual repudiamos e pedimos a imediata revogação.A atual conjuntura política e econômica, que ameaça a democracia no país, deu lugar a que políticas públicas da educação, criadas pelo próprio governo, sofram instabilidade e arbitrarismos. Com o PIBID e o PIBID Diversidade não foi diferente, as ameaças de corte e de modificações dos Programas se intensificaram, a despeito dos excelentes resultados alcançados. O revés na condução democrática do Programa foi registrado com o início da gestão do Presidente da CAPES, Professor Carlos Nobre. Em perfeito alinhamento, o discurso de posse do Ministro Aloísio Mercadante afirmou que o PIBID seria redesenhado com “foco naaprendizagem e reforço escolar em língua portuguesa e matemática”.A Portaria nº 046/2016 da CAPES vem ao encontro dessa proposta, exigindo que as IES assinem um termo de adesão renunciando aos Projetos Institucionais em andamento(editais 061 e 066/2013 regidos pela Portaria 096/2013). Tirando proveito das circunstâncias da crise política do país, medidas decisivas são implementadas de modo apressado, sem participação, reestruturando radicalmente o Programa e rompendo com a vigência programada até 2018. A medida é grave pois rompe com o princípio de continuidade do PIBID enquanto política de Estado, requisito na busca de excelência de resultados na educação.As determinações da Portaria significam retrocesso em relação ao que foi sinalizado pelo grupo de trabalho formado a partir da audiência pública no Senado Federal. O grupo foi composto por parlamentares, representantes dos Coordenadores Institucionais do PIBID e PIBID Diversidade, coletivos de reitores, de estudantes e redes de ensino. Convocado pelo MEC, foi veemente em defender o formato do PIBID e indicar a elaboração de termo de referência, instrumento que orientaria ajustes sem, no entanto, descaracterizar o modelo deformação do PIBID. A publicação de uma nova portaria com alteração das normas do Programa, surpreendeu a todos, desconsiderando as contribuições elaboradas nas reuniões realizadas pelo grupo com o governo.A Portaria nº 046/2016 muda o enfoque do PIBID, deslocando a natureza do Programada formação inicial de professores para atender à demanda por reforço escolar, tida como solução para melhoria nos índices de aprendizagem. O documento: 1) determina o fim dos subprojetos organizados por cursos de licenciaturas; 2) não menciona áreas de conhecimento do Pibid, tais como Licenciatura em Educação Física, Artes Plásticas e Visuais, Ciências Agrárias, Música, Dança, Ciência da Informática/Computação, Teatro, Psicologia,Enfermagem, Teologia, Línguas Estrangeiras, dentre outras; 3) é omisso quanto à formação de professores para a etapa da Educação Infantil, bem como para as modalidades da Educação Especial, Profissional e Educação de Jovens e Adultos, desconsiderando as determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuada dos Profissionais do Magistério da Educação Básica, que abrange as diversas áreas das licenciatura; 4) altera as condições essenciais de formação dos bolsistas de iniciação à docência transferindo a função de supervisão na escola para professores que não estão em efetivo exercício em sala de aula e aumentando o número de escolas para o supervisor acompanhar; 5) reduz o número de professores das universidades e das escolas que compõem as equipes, aumentando a proporcionalidade entre licenciandos e formadores; 6) exclui o Coordenador de Gestão Educacional, sujeito que articula as atividades pedagógicas realizadas nas IES e escolas parceiras do Programa; 7) transfere suas funções para os Coordenadores Institucionais e para os coordenadores de áreas; 8) não faz menção ao PIBID Diversidade, desarticulando as ações de formação de professores para as comunidades indígenas, quilombolas e do campo; 9)ignora a organização da formação inicial dos professores por meio dos cursos de licenciatura e demandas emergenciais de formação de para a Educação Básica; 10) define atribuições essenciais para o desenvolvimento do Programa para as redes de ensino, sem que haja segurança de que serão compreendidas e atendidas nas diferentes realidades regionais.Desse modo, a Portaria comete o equívoco de interromper o trabalho em andamento nos cursos de licenciatura. Vale lembrar que, ao desenvolver as atividades pedagógicas planejadas por professores da universidade, professores das escolas e futuros professores o PIBID produz um movimento de formação inicial e continuada, portanto, contribui com a reflexão e alteração das práticas pedagógicas, tanto nas escolas quanto nas universidades.Esse processo inclui problematizar, planejar, intervir, avaliar, refletir, comunicar e reiniciar o ciclo de formação, que integra o diagnóstico das demandas educacionais em cada contexto específico e a ação pedagógica dirigida à solução de problemas na escola. Com a Portaria,esse ciclo é encerrado, pois o documento não trata de simples ajustes dos Projetos Institucionais, mas do desmonte de um desenho pedagógico dinâmico, complexo e efetivo. No fundo, a Portaria retoma a proposta de alterações estruturais que vinham sendo divulgadas como “novo edital do PIBID”, refutada pelo grupo de trabalho porque representava a criação de outro Programa.Com esta denúncia não pretendemos diminuir a importância de atender o interesse público de aprimorar a alfabetização, o letramento e promover melhorias da aprendizagem dos alunos. Aliás, ao passo em que atende à sua finalidade de formar mais e melhores professores para todas as áreas e níveis de ensino, enfrentando tanto o apagão docente quanto rompendo com o paradoxo que colocava a formação de professores e a qualidade da educação em lados opostos, o PIBID produz impactos na qualidade do ensino e da aprendizagem. Esses resultados são oriundos das ações em desenvolvimento nos vários subprojetos que colocam em prática a formação do professor pesquisador, o que contribui para enriquecer a cultura escolar, com destaque para a inovação pedagógica.Reconhecemos e não nos negamos ao desafio de ampliar as parcerias com as escolas prioritárias e definir claramente estratégias de articulação do PIBID com os Programas existentes nessas escolas. É da natureza do PIBID coordenar ações e atuar em regime de colaboração, integrando o trabalho feito pelas IES, governo federal e redes de ensino.Avaliamos que a interlocução criada entre a Educação Superior e a Educação Básica por meio do PIBID, vem contribuindo com o aprofundamento do conhecimento acerca das necessidades, problemas e potencialidades das diversas escolas, criando redes de ação,reflexão e transformação da realidade escolar com base no empoderamento dos professores.Mas a ampliação do PIBID, com a melhoria da qualidade da formação e da prática, não se dará como um passe de mágica. Para fazer mais, é preciso ter mais recursos financeiros,ao lado da valorização do diálogo, da ação contínua, da participação ativa dos diferentes atores envolvidos. O PIBID é uma política recente e, evidentemente, não se propõe a solucionar os históricos desafios da educação brasileira. É um programa fiel aos seus objetivos e que prepara professores diferenciados, comprometidos com a mudança da escola e dispostos a trabalhar para a valorização da profissão desde o início de sua formação.Diante do exposto, somos contra a ação coercitiva da CAPES e do MEC materializada pela Portaria nº 046/2016. É uma atitude inaceitável dentro de um estado democrático,principalmente quando avaliamos que suas determinações são impraticáveis se o horizonte é de mudança significativa da educação. Ao invés de uma nova Portaria e de um novo edital,requeremos o amplo apoio para o fortalecimento e a ampliação do Programa, como determina o PNE. Exigimos respeito ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo PIBID e PIBID Diversidade, com reconhecido êxito demonstrado nas avaliações internas feitas pelo próprio governo, nas avaliações feitas por centenas de pesquisadores dentro e fora das IES, até mesmo por pesquisadores internacionais.Contra esse jugo, convocamos a todos comprometidos com o PIBID e o PIBID Diversidade a manifestarem-se em prol da revogação da Portaria CAPES 046/2016 e pela continuidade dos Projetos Institucionais em andamento. Certos do embate contra os que têm medo de formar professores, marcharemos firmes na direção de uma educação sem privilégios e, efetivamente, contribuiremos para a construção coletiva de uma sociedade mais justa e democrática.

1ºs: Silogismo, explicação

TODOS OS CAVALOS RAROS SÃO CAROS.
OS CAVALOS BARATOS SÃO RAROS.
ENTÃO, OS CAVALOS BARATOS SÃO CAROS!
É lógico que cavalos baratos são caros! Você concorda com isso?
Espere… Será que é lógico mesmo? Claro que não! Um cavalo barato não pode ser caro. É lógico que os cavalos raros custam caro, e é lógico que é muito raro encontrar um cavalo barato. O que faz então, concluir uma coisa sem lógica, á partir de duas afirmações lógicas?
Essa estrutura de pensamento, formada por proposições e argumentos, tem origem com o filósofo Aristóteles (385-322 a.C.), e sua proposta de organizar o pensamento de forma lógica, para que seja correto. A lógica tem origem na palavra grega logiké, que está relacionada com a palavra logos, de razão, raciocínio. Para Aristóteles, o pensamento deve ser correto, portanto, o objetivo da lógica é o silogismo.

Mas o que é silogismo?

silogismo também tem origem grega, e significa a relação lógica entre as ideias e um tipo especial de argumento dedutivo. Aristóteles sistematizou os aspectos do pensamento lógico, e para que o silogismo seja alcançado, propôs uma série de regras, que vamos ver mais adiante.
Essa é a explicação para a falta de lógica na conclusão das proposições que iniciaram esse texto: elas seguem uma estrutura lógica, mas não seguem as regras aristotélicas do silogismo, e por isso, tem uma conclusão mentirosa, falsa.

O que é sofisma?

Aristóteles chamou essa característica de falácia ou sofisma, que é a utilização de argumentos aparentemente verdadeiros, para induzir a uma conclusão falsa.
Veja o significado de sofisma

Quais são as regras aristotélicas para o silogismo?

Primeiro vamos aprender quais são os elementos que compõe a lógica silogística.
Um silogismo tem um tipo de configuração específico. Assim como no exemplo abaixo:
TODOS OS HUMANOS SÃO MORTAIS.
TODOS OS FILÓSOFOS SÃO HUMANOS.
ENTÃO TODOS OS FILÓSOFOS SÃO MORTAIS.
O silogismo deve possuir duas premissas ou proposições, uma maior e outra menor, e uma conclusão.
TODOS OS PAULISTAS SÃO BRASILEIROS. >PREMISSA MAIOR
JOSÉ É PAULISTA. > PREMISSA MENOR
LOGO JOSÉ É BRASILEIRO. > CONCLUSÃO
Cada termo do silogismo ocupa um papel. Os termos são chamados de termo maior, termo médio e termo menor.
  • Termo médio – ocorre nas duas premissas e somente nelas, e deve ser o mesmo nas duas;
  • Termo maior – é o predicado (o que se fala do sujeito) na conclusão, aparece somente em uma das premissas, e deve ser diferente do termo menor;
  • Termo menor – é o sujeito da conclusão e se repete em apenas uma das premissas.
Á partir das definições, é possível identificar os termos no exemplo acima?
Vejamos:
  1. Qual é o termo que que se repete somente nas premissas?
  2. Qual é o predicado do sujeito e que se repete na primeira premissa?
  3. Quem é o sujeito da conclusão e que aparece também na segunda premissa?
Assim fica fácil:
Temos paulista como termo médio, brasileiro como o termo maior e José é o termo menor.
A ordem das premissas é irrelevante para uma conclusão lógica, mas é muito comum colocar a premissa maior em primeiro lugar, mesmo que isso possa prejudicar a validação do silogismo. Veja se no mesmo exemplo utilizado, não fica muito mais fácil verificar a a validade do silogismo:
JOSÉ É PAULISTA.
TODOS OS PAULISTAS SÃO BRASILEIROS.
LOGO, JOSÉ É BRASILEIRO.
Viu? Por isso a ordem das premissas não altera o silogismo e sua validade, desde que tenham todos os termos necessários e estejam corretamente colocados.

Importante!


Outra característica importante dos silogismos são as quantidades de termos. Eles devem ter apenas os três termos já citados anteriormente (maior, médio e menor), mas alguns termos podem carregar sentidos diferentes, e por isso, tornam o silogismo inválido.
Você lembra das primeiras frases desse texto? Vamos recapitular:
TODOS OS CAVALOS RAROS SÃO CAROS.
OS CAVALOS BARATOS SÃO RAROS.
ENTÃO, OS CAVALOS BARATOS SÃO CAROS!
Perceba que a palavra raros, que aparece como termo médio apenas nas duas premissas, possui um sentido diferente para cada uma delas. Na primeira, um “cavalo raro” se refere a uma raça particular do animal, enquanto na segunda, raro indica a dificuldade de encontrar.
Podemos afirmar, então, que as palavras “raros” são diferentes, somando dois termos médios, e não apenas um termo repetido. Portanto, se torna uma “falácia dos quatro termos“, já que não segue as regras do silogismo.
AGORA, IMAGINE UM QUEIJO SUÍÇO, DAQUELES CHEIOS DE BURACOS.
CADA BURACO OCUPA O LUGAR DE ONDE HAVERIA QUEIJO.
QUANTO MAIOR O QUEIJO, MAIS BURACOS.
SE QUANTO MAIS QUEIJO, MAIS BURACOS.
E QUANTO MAIS BURACOS, MENOS QUEIJO.
ENTÃO QUANTO MAIS QUEIJO, MENOS QUEIJO.
SE PENSO, LOGO EXISTO.
CADEIRAS NÃO PENSAM!
LOGO, CADEIRAS NÃO EXISTEM.

Estes também são exemplos de falácias, que passam uma ideia aparentemente verdadeira, mas não passam de mentiras. Elas não possuem os termos de um silogismo, ou possuem mais de três termos.
Com isso, levantamos a seguinte questão: como podemos diferenciar os silogismos válidos dos inválidos?
Algumas regras devem ser seguidas para a construção de um silogismo.
primeira regra, já apresentada, é a necessidade de haver três termos, nenhum a mais.
A segunda diz respeito ao termo médio, também já explicada anteriormente, ele não deve aparecer na conclusão.
Outras regras de validade do silogismo:

Exemplos de Silogismos


Via @hqqisso?

Regras de Distribuição

Primeira: o termo médio deve aparecer, pelo menos uma vez, de forma universal, ou seja, deve estar distribuído, fazendo ligação entre os termos maior e menor. Veja o exemplo:
TODOS OS PAULISTAS SÃO BRASILEIROS.
JOSÉ É PAULISTA.
LOGO, JOSÉ É BRASILEIRO.
Nesse caso, o termo médio paulista está distribuído na primeira premissa, pois estamos falando de todos os paulistas. Um termo está distribuído quando abrange todos os membros da classe que se aplica.
Veja como fica se alteramos a distribuição:
ALGUNS BRASILEIROS SÃO PAULISTAS.
JOSÉ É BRASILEIRO.
LOGO, JOSÉ É PAULISTA.
Isso é um silogismo inválido, pois o termo médio passa a ser brasileiro/s, e não está distribuído, pois fala somente de parte dos membros de sua classe: os paulistas.
Segunda: se um termo está distribuído na conclusão, ele também deve estar distribuído na premissa. Observe:
TODOS OS PAULISTAS SÃO BRASILEIROS.
JOSÉ NÃO É PAULISTA.
LOGO, JOSÉ NÃO É BRASILEIRO.
Na conclusão, o termo brasileiro abrange todos os membros: os brasileiros (está distribuído), mas na premissa maior, este termo está restrito a uma parte da sua classe: os paulistas (não está distribuído), logo, esse silogismo se torna inválido.

Regra das premissas negativas

Essa é muito simples, de duas premissas negativas, não se pode concluir nada.
Nenhum ser humano é vegetal.
Nenhum animal é vegetal.
A qual conclusão podemos chegar? Nenhuma! Por isso, o silogismo deve ter pelo menos uma premissa afirmativa.

Regra das premissas afirmativas

Outra fácil, duas premissas afirmativas não podem levar a uma conclusão negativa.
TODOS OS BRASILEIROS SÃO CORAJOSOS.
ALGUMAS PESSOAS SÃO BRASILEIRAS.
LOGO, NENHUMA PESSOA É CORAJOSA.
Regra das premissas sem distribuição
De duas premissas em que o termo médio não esteja distribuído, não podemos concluir nada.
ALGUNS PAULISTAS SÃO TRABALHADORES
ALGUNS TRABALHADORES SÃO FELIZES
O termo médio trabalhadores não está distribuído em nenhuma premissa. Na primeira, ele diz respeito somente à parte de trabalhadores que são paulistas, e na segunda, fala somente da parte de trabalhadores que são felizes. Não podemos concluir que alguns paulistas são felizes.

Assim, você vai conseguir identificar a validade dos silogismos em suas diferentes formas.

FONTE: http://aprovadonovestibular.com/o-que-e-silogismo-veja-significado-e-exemplos.html